E agora José? Quanto de José temos nós? Sem nada, presos na escuridão da dor. Mas ainda assim somos duros, como José! Permanecemos aqui, sem morrer. Ou quase morrendo, marchando para onde? Onde você quer estar? Se a vida prega peças e rasteiras, iguais a que pregou a José? A vida permanece incerta, mas você é duro, como José!
E José é arte... E nós somos também os personagens de Drummond... Ou não seria da vida? Ser ou não ser, eis a questão: E agora, José?
Para ilustrar, o belíssimo poema, na voz de Carlos Drummond de Andrade.
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